CBS e IBS no lugar de cinco tributos
PIS, Cofins, ICMS, ISS e IPI saem de cena. Muda cadastro, parametrização, apuração e relatório em cada sistema que toca faturamento.
Quem paga a conta da mudança não é só a contabilidade: é o cadastro, o cálculo do preço, o documento fiscal e o caixa. Mostramos onde o seu sistema quebra em cada marco, e o que dá para resolver antes.
A norma está publicada e o cronograma já começou. O que ninguém entrega é a lista do que precisa mudar em cadastro, cálculo, documento fiscal e integração, na sua operação, com os seus sistemas. É isso que levantamos, marco por marco. Depois executamos, com o seu time ou com o nosso.
Não é consultoria tributária. Quem interpreta a norma é o seu fiscal e a sua contabilidade. A BSN traduz essa interpretação em sistema, processo e dado.
A discussão pública é sobre alíquota. A conta chega em cadastro, cálculo, documento fiscal, conciliação e caixa, dentro de sistemas que não foram desenhados para o novo modelo.
PIS, Cofins, ICMS, ISS e IPI saem de cena. Muda cadastro, parametrização, apuração e relatório em cada sistema que toca faturamento.
O crédito acompanha o imposto pago na etapa anterior. Sem rastreabilidade documento a documento, crédito legítimo vira perda silenciosa.
O recolhimento acontece junto do pagamento: meios de pagamento, conciliação e tesouraria passam a conversar com o fiscal em tempo real.
Novos campos, novas validações e novo cálculo. ERPs, integrações e sistemas próprios precisam de ajuste testado com dado real.
A mudança não acontece num dia: são anos de convivência entre dois modelos. Quem trata cada prazo como emergência isolada paga a conta várias vezes.
Alíquotas de teste, com destaque obrigatório nos documentos. É a janela para descobrir o que o seu sistema calcula errado enquanto o erro ainda é barato.
Quem chegar aqui sem apuração e crédito ajustados descobre o problema no caixa.
Por quatro anos a operação calcula, registra e concilia os dois modelos em paralelo, sem margem para gambiarra.
O modelo antigo se encerra. Sobrevive a operação que foi redesenhada, não a que foi remendada a cada prazo.
Cronograma conforme a EC 132/2023 e a LC 214/2025. Regulamentações complementares seguem em andamento, e é justamente por isso que a operação precisa de um plano, não de um remendo por prazo.
Quatro etapas fechadas. No fim você tem o que fazer, em que ordem e até quando.
Descobrir onde cada regra tributária vive hoje na sua operação, e quem depende dela.
Separar o que quebra, o que muda e o que precisa ser reescrito, priorizado por risco e prazo.
Transformar o impacto em backlog executável, com esforço, responsável e janela de entrega.
Colocar o plano de pé, com o squad da BSN ao lado do seu time ou assumindo a frente.
Não. Quem interpreta a norma é o seu time fiscal e a sua contabilidade. A BSN traduz essa interpretação em sistema, processo e dado: mapeia onde a regra vive hoje, mostra o que quebra e executa a adequação. Trabalhamos lado a lado com quem cuida do tributo.
É exatamente esse o caso que o método atende. O Raio-X fiscal-operacional foi desenhado para operações onde a regra está espalhada entre ERP, integrações, customizações antigas e planilhas: o mapa é justamente o que ninguém tem.
O diagnóstico de adequação é fechado em 4 semanas, com preço e prazo fixos e um entregável por etapa. Ao final você tem a matriz de impacto e o plano de adequação, prontos para executar com o seu time ou com o nosso.
Faz. O fornecedor cuida do produto dele; a sua operação é maior que o ERP: integrações, sistemas próprios, portais, aplicativos, relatórios gerenciais e processos manuais também calculam, registram e conciliam. É essa borda que costuma quebrar.
Consórcios, cooperativas, financeiro, FIDC e crédito, fintechs, construtoras e varejo: operações com volume alto, regra complexa e baixa tolerância a erro. São mais de 10 anos e mais de 500 projetos entregues nesse tipo de ambiente.
Em 30 minutos mostramos por onde começa o mapeamento e o que dá para adiantar antes do próximo marco.