Reforma Tributária · Adequação operacional

A reforma tributária não ésó fiscal. É operacional.

Quem paga a conta da mudança não é só a contabilidade: é o cadastro, o cálculo do preço, o documento fiscal e o caixa. Mostramos onde o seu sistema quebra em cada marco, e o que dá para resolver antes.

O essencial

A lista do que a reforma quebra no seu sistema.

A norma está publicada e o cronograma já começou. O que ninguém entrega é a lista do que precisa mudar em cadastro, cálculo, documento fiscal e integração, na sua operação, com os seus sistemas. É isso que levantamos, marco por marco. Depois executamos, com o seu time ou com o nosso.

Marco por marcoEscopo fechadoUm entregável por etapa

Não é consultoria tributária. Quem interpreta a norma é o seu fiscal e a sua contabilidade. A BSN traduz essa interpretação em sistema, processo e dado.

Entregáveis
Mapa AS IS fiscal-operacionalInventário de regras, sistemas e planilhasMatriz de impacto priorizada por riscoPlano de adequação executávelRoadmap por marco (2026 → 2033)
O que muda, na prática

A norma muda no papel. O trabalho acontece no seu sistema.

A discussão pública é sobre alíquota. A conta chega em cadastro, cálculo, documento fiscal, conciliação e caixa, dentro de sistemas que não foram desenhados para o novo modelo.

01

CBS e IBS no lugar de cinco tributos

PIS, Cofins, ICMS, ISS e IPI saem de cena. Muda cadastro, parametrização, apuração e relatório em cada sistema que toca faturamento.

02

Crédito amplo, não cumulatividade plena

O crédito acompanha o imposto pago na etapa anterior. Sem rastreabilidade documento a documento, crédito legítimo vira perda silenciosa.

03

Split payment na liquidação

O recolhimento acontece junto do pagamento: meios de pagamento, conciliação e tesouraria passam a conversar com o fiscal em tempo real.

04

Nota fiscal, leiaute e obrigações

Novos campos, novas validações e novo cálculo. ERPs, integrações e sistemas próprios precisam de ajuste testado com dado real.

A transição já começou

Cada marco cobra uma adequação diferente.

A mudança não acontece num dia: são anos de convivência entre dois modelos. Quem trata cada prazo como emergência isolada paga a conta várias vezes.

2026
Ano de teste
Convivência e validação

Alíquotas de teste, com destaque obrigatório nos documentos. É a janela para descobrir o que o seu sistema calcula errado enquanto o erro ainda é barato.

Destaque em documentoParametrizaçãoTestes com dado real
2027
Virada da CBS
CBS cheia, PIS e Cofins extintos

Quem chegar aqui sem apuração e crédito ajustados descobre o problema no caixa.

ApuraçãoCréditoPrecificação
2029–2032
Transição do IBS
Dois sistemas ao mesmo tempo

Por quatro anos a operação calcula, registra e concilia os dois modelos em paralelo, sem margem para gambiarra.

Regras paralelasConciliaçãoRelatórios
2033
Regime pleno
Só o novo modelo

O modelo antigo se encerra. Sobrevive a operação que foi redesenhada, não a que foi remendada a cada prazo.

Operação estávelAuditabilidade
Como fazemos o mapeamento

Do mapa da regra ao plano de adequação executável.

Quatro etapas fechadas. No fim você tem o que fazer, em que ordem e até quando.

01
Etapa 1
Raio-X fiscal-operacional

Descobrir onde cada regra tributária vive hoje na sua operação, e quem depende dela.

Entrevistas com fiscal, financeiro, TI e operaçãoMapa de sistemas, integrações e planilhas críticasLevantamento de customizações e regras escondidas
Entregáveis
Mapa AS IS fiscal-operacionalInventário de regras e sistemas
02
Etapa 2
Matriz de impacto

Separar o que quebra, o que muda e o que precisa ser reescrito, priorizado por risco e prazo.

Impacto por sistema, processo e áreaClassificação por risco, esforço e data-limitePontos de melhoria que a reforma torna obrigatórios
Entregáveis
Matriz de impacto priorizadaRiscos por marco do cronograma
03
Etapa 3
Plano de adequação

Transformar o impacto em backlog executável, com esforço, responsável e janela de entrega.

Backlog sequenciado por dependênciaEstimativa de esforço e janela por frentePlano de testes com dado real antes do prazo
Entregáveis
Plano de adequação executávelRoadmap por marco (2026 → 2033)
04
Etapa 4
Execução

Colocar o plano de pé, com o squad da BSN ao lado do seu time ou assumindo a frente.

Ajustes em ERP, integrações e sistemas própriosTestes, homologação e acompanhamento por marcoIndicadores de adequação visíveis para a liderança
Entregáveis
Operação ajustada e testadaDocumentação viva do que mudou
Dúvidas frequentes

FAQ da adequação à reforma.

A BSN faz consultoria tributária?

Não. Quem interpreta a norma é o seu time fiscal e a sua contabilidade. A BSN traduz essa interpretação em sistema, processo e dado: mapeia onde a regra vive hoje, mostra o que quebra e executa a adequação. Trabalhamos lado a lado com quem cuida do tributo.

Nossa operação é grande e cheia de customização. Dá para mapear?

É exatamente esse o caso que o método atende. O Raio-X fiscal-operacional foi desenhado para operações onde a regra está espalhada entre ERP, integrações, customizações antigas e planilhas: o mapa é justamente o que ninguém tem.

Quanto tempo leva o mapeamento?

O diagnóstico de adequação é fechado em 4 semanas, com preço e prazo fixos e um entregável por etapa. Ao final você tem a matriz de impacto e o plano de adequação, prontos para executar com o seu time ou com o nosso.

Já temos um fornecedor de ERP cuidando disso. Faz sentido?

Faz. O fornecedor cuida do produto dele; a sua operação é maior que o ERP: integrações, sistemas próprios, portais, aplicativos, relatórios gerenciais e processos manuais também calculam, registram e conciliam. É essa borda que costuma quebrar.

Em que setores vocês têm bagagem?

Consórcios, cooperativas, financeiro, FIDC e crédito, fintechs, construtoras e varejo: operações com volume alto, regra complexa e baixa tolerância a erro. São mais de 10 anos e mais de 500 projetos entregues nesse tipo de ambiente.

Sua operação já sabe o que precisa mudar?

Em 30 minutos mostramos por onde começa o mapeamento e o que dá para adiantar antes do próximo marco.